Violência física
Ações que atingem a integridade ou a saúde corporal da criança. Castigos físicos também exigem proteção e encaminhamento.
PROTEÇÃO INFANTIL · ORIENTAÇÕES PARA O BRASIL
Reconhecer uma preocupação, acolher a criança e buscar apoio na rede de proteção.
Esta leitura reúne orientações iniciais para famílias e educadores. O papel pedagógico envolve perceber necessidades, acolher e encaminhar preocupações. A apuração dos fatos e os procedimentos especializados cabem aos serviços competentes. [2][3]
Ações que atingem a integridade ou a saúde corporal da criança. Castigos físicos também exigem proteção e encaminhamento.
Ameaças, humilhação, depreciação e outras condutas que comprometam o desenvolvimento emocional. A violência pode existir sem marcas físicas.
Envolvimento da criança em atos ou situações de natureza sexual, inclusive em ambientes digitais. Nem sempre envolve contato físico.
Falta ou omissão de cuidados necessários à proteção, à saúde e à educação. É preciso considerar as circunstâncias e as condições de acesso da família aos serviços.
Referências para essas distinções: legislação e orientações do MDHC. [1][2][5]
Mudanças importantes no comportamento, medo, isolamento ou lesões sem explicação aparente merecem atenção. Um sinal isolado não confirma violência. Descreva o que ocorreu e busque orientação; não espere obter provas para comunicar uma suspeita de maus-tratos. [4][1]
Exemplo fictício de registro: “Às 10h, durante a brincadeira, a criança se afastou do grupo e chorou. Sentei-me perto e ofereci companhia.”
Registre ações, contexto e palavras. “A criança está traumatizada” seria uma conclusão clínica, não uma descrição do episódio.
Orientações baseadas no guia de implementação da Lei nº 13.431/2017. Este acolhimento não equivale à escuta especializada nem ao depoimento especial. [3][2]
Se houver risco de retaliação, busque orientação da rede de proteção antes de contatar familiares ou a pessoa apontada no relato.
MODELO AUTORAL IM · PORTUGUÊS · 2 PÁGINAS
Um modelo em branco para imprimir, com campos separados para contexto, fatos, relato espontâneo e providências. Adapte-o ao protocolo da sua instituição.
Baixar o registro em PDF ↓O preenchimento não deve atrasar uma medida de proteção. O documento não é um teste, laudo ou roteiro de entrevista. Guarde o registro preenchido em local seguro, com acesso restrito. Não envie dados das crianças ao IM.
O artigo 13 do ECA determina a comunicação ao Conselho Tutelar dos casos de suspeita ou confirmação de castigo físico, tratamento cruel ou degradante e maus-tratos. Informe também a pessoa responsável pelo fluxo de proteção na instituição, sem adiar a comunicação necessária. [1]
Procure o Conselho Tutelar do município. O Disque 100 recebe e encaminha denúncias gratuitamente, todos os dias, 24 horas. [6]
Ligar 100 · BrasilAcione a Polícia Militar pelo 190. Em urgência médica, ligue para o SAMU, 192. O registro pedagógico não substitui o atendimento de emergência. [7]
Ligar 190 · Ligar 192Síntese educativa autoral do IM Digital. Fontes brasileiras consultadas em 3 de outubro de 2026. O material não substitui protocolos locais nem formação específica em proteção infantil.